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  • Ana Quirino

POLÊMICA DE VAGAS AFIRMATIVAS NO LINKEDIN



Há duas semanas, o Linkedin excluiu a publicação de uma vaga que dava prioridade na seleção a pessoas negras e indígenas.


Após ser questionada pelos usuários, a rede social informou que as políticas de publicação de vagas não permitiam vagas que excluíssem ou demonstrassem preferência por profissionais. A restrição valia, segundo a ferramenta, para quaisquer tipos de características, sejam elas idade, gênero, raça, etnia, religião ou orientação sexual.


A revolta na mídia continuou e muitas pessoas se posicionaram contra a atitude da empresa, cobrando novas medidas.


No dia 29, amanhecemos com a notícia de que a marca teria voltado atrás e informado que, agora será permitido anunciar na plataforma as vagas afirmativas — aquelas direcionadas a reduzir a desigualdade racial, de gênero, entre outras.


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